A base do nosso projeto
 
É claro que você deve estar se perguntando "mas que projeto é esse que o GRANDE PRÊMIO vai lançar?". Como dissemos, era um embrião que estava ali na gaveta e que vimos uma necessidade urgente de desenvolvê-lo. 

Faz tempo que a gente quer criar uma área nova, juntando um conteúdo exclusivo, mas também observando 1) o cenário econômico e a falta de investimento das empresas; 2) o jornalismo, que capenga e não encontra um rumo; 3) o automobilismo, que cada vez mais afasta as pessoas e não tem nada que faça pra conquistá-las; e 4) nossa estrutura e a necessidade de ter uma renda financeira maior.

Nós partimos de algumas premissas básicas. Não faz sentido algum taxar o GRANDE PRÊMIO: o leitor sempre vai dar um jeito de burlar e o brasileiro nunca teve o costume de pagar para ler uma matéria; da mesma forma, o jornalismo hoje tornou-se um produto como qualquer um pelo qual pagamos, como uma pizza, um carro: há aquele que tem o custo baixo e é de procedência duvidosa e tem o outro que é mais caro, mas com sua qualidade garantida.  

Só que sabemos bem que o público de automobilismo é diferenciado: é fiel, entende do assunto, é crítico e por vezes colérico em suas opiniões. Mas, principalmente, é carente de opções num cenário global, de produtos a valores.  

Foi assim que desenvolvemos aquele embrião: como agregar em um espaço em que o GRANDE PRÊMIO fique intacto, seja um braço da operação e possa unir conteúdo, anunciantes e leitores em ações exclusivas? 

Temos um projeto.

Primeiro de tudo, era necessário verificar novamente quem são nossos leitores, do que gostam e o que querem. A pesquisa lançada no mês passado corroborou alguns pontos e nos trouxe outros surpreendentes. De posse destas informações, fomos atrás das empresas que melhor poderiam se encaixar no projeto; fomos didáticos como estamos sendo aqui. Numa análise holística, pode-se definir como um clube de vantagens, mas é além disso. A qualidade que o GRANDE PRÊMIO tem em produzir conteúdo — vídeos, séries, debates, análises, infográficos, podcasts e muito mais — tem de ser somada ao que podemos extrair destas empresas do ramo para chegar ao nosso leitor, de modo que ele entenda que o investimento dele vai lhe retornar facilmente — e que o deixe plenamente satisfeito.  

Assim, não se trata simplesmente de oferecer descontos, mas de agregar valores — odiamos este quase clichê, mas ele expressa bem. Aquela coisa que é pro assinante e para as nossas parceiras falarem: "Que do caralho fazer parte disso".  Porque assim também vamos ficar satisfeitos em prestar um serviço que vai além das fronteiras do GRANDE PRÊMIO e que também nos torna uma marca de produtos, usando da força do nome. 

E também é do nosso total interesse usar parte do dinheiro das assinaturas em programas assistenciais, como o de Ingo Hoffmann com crianças com câncer, ou com organizações que cuidam de vítimas de trânsito, ou até mesmo participar ativamente de campanhas que incentivem, por exemplo, à doação de sangue. 

Como dissemos, faz-se urgente dar este passo, e estamos sendo absolutamente francos nesta explicação. Montar uma estrutura dessa requer dedicação, tempo, paciência e, sobretudo, uma base financeira. Daí ser importante este apoio — que vai ser recompensado de todas as formas. 

Podemos falhar miseravelmente? É claro. Nada nesta vida é garantia de certeza. Mas nos sentimos neste papel de tentar, de arriscar, de ousar e de querer. Juntos, nós podemos conseguir. Nós vamos.

E se você quiser apoiar desde já o projeto, com QUALQUER VALOR A PARTIR DE US$ 1, clique aqui.