Rui Miguel Abreu is creating Ensaios, entrevistas, críticas, playlists. Tudo sobre música.
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Olá. Chamo-me Rui Miguel Abreu e em 2019 completo 30 anos de actividade contínua como crítico de música. Comecei no diário A Capital, escola importante que muito me ensinou e para que escrevi os meus primeiros textos sobre house, hip hop ou rock, em que assinei trabalhos de primeira página com David Bowie ou John Zorn e para que pude entrevistar gente como Amália Rodrigues, Dizzy Gillespie ou John Cale.

Escrevi ainda para o Diário de Notícias, para a revista do Independente e para o semanário Se7e, outra publicação há muito extinta para que trabalhei durante três anos. No Se7e fiz muito trabalho de crítica, expandi horizontes, viajei para entrevistar gente como David Bowie e Bryan Ferry, falei com Rage Against the Machine, Sonic Youth ou Kraftwerk e fiz trabalhos curiosos em torno do então nascente hip hop português ou da “morte do vinil”... que afinal não morreu e ainda bem...

Também escrevi para revistas como a Numero ou a Op., criação independente a que estive ligado desde o primeiro ao último momento antes de ingressar no/a Blitz, publicação em que comecei a assinar textos em 2004. De Fela Kuti aos nascentes blogues de MP3, de DJ Premier à nova geração funk, tive ainda muito espaço para desenvolver trabalho antes do Blitz se transformar na Blitz em 2006 e passar a ser uma revista mensal.

Nesta dúzia de anos, trabalhei continuamente para a revista e foi aí que assinei alguns dos meus trabalhos de maior fôlego. Entrevistei muita gente - de Mark E Smith a Carlos do Carmo, de Lawrence a Van Dyke Parks, de Alice Cooper a Bill Callahan. Assinei trabalhos de capa com Sonic Youth ou Joy Division, com Mão Morta ou Kendrick Lamar, investiguei o passado de António Variações ou de Carlos Paredes, escrevi sobre José Afonso e Bob Dylan, sobre Tom Waits e Velvet Underground e produzi centenas de críticas de discos.

Ao mesmo tempo fui sempre fazendo rádio, na Antena 3 e na RDP África, fingi ser DJ pontualmente (e continuo a fingir, sempre que apanho alguém distraído), dei e dou aulas na Etic - sempre em torno da música - e criei, em 2015, a plataforma online rimasebatidas.pt. Esta revista digital tem-se focado na electrónica e no hip hop e será aí que continuarei a publicar o essencial do meu trabalho que versa sobre esses vastos territórios.

Mas aqui, na minha página Patreon, pretendo ir mais longe e publicar transcrições integrais de entrevistas, versões mais longas de artigos disponíveis noutras páginas e, claro, produzir muitos textos exclusivos. E playlists para servirem de banda sonora a tudo isto.

O jornalismo e as publicações estão em processo acelerado de transformação e mudança e eu tenho tentado adaptar-me a essas mutações que sempre encarei como positivas. Criei o meu primeiro blogue em 2004 e, 15 anos depois, acho que continua a haver espaço online para fazer soar a minha voz. O meu apetite por música continua voraz e do presente ao passado remoto, da electrónica mais experimental  folk mais acústica e espectral, do jazz ao reggae, do rock ao fado, há muita coisa que me interessa e que espero poder abordar por aqui.

Peço então que me ajudem a cumprir esse objectivo. Poderão, caso achem algum interesse no que escrevo, contribuir de diversas formas, com 1, 2, 5 ou 10 euros mensais, com cada escalão a merecer recompensas muito distintas e tão “personalizadas” quanto possível. 30 anos depois do meu início nestas coisas da escrita, década e meia após as minhas primeiras aventuras online, espero que continuem desse lado a fazer o mais importante: a ler e a pensar sobre aquilo que eu próprio penso e escrevo.

Sejam bem vindos.
Tiers
Curtas
$2 or more per month

Obrigado pela contribuição. Terás acesso regular a textos variados - entre críticas, algumas entrevistas, reportagens ou pequenos ensaios - com novidades a serem por aqui disponibilizadas todas as semanas.


Longas
$5 or more per month

Obrigado pela contribuição. Terás acesso aos textos regulares, mas também a textos mais longos - entrevistas, ensaios, reportagens ou até antecipações de textos que serão eventualmente publicados noutras plataformas - com uma regularidade que se espera semanal.


VIP
$25 or more per month only 9 left
O circulo de discussão: os Patronos que escolherem esta opção terão acesso a um circulo privado de discussão de música, uma espécie de book club, só que com discos - e talvez também alguns livros, na verdade - além de poderem fazer sugestões de assuntos que poderei abordar nos meus textos.

Estes Patronos serão ainda recompensados regularmente com um disco: duplicados da minha colecção ou novidades que me possam ir chegando às mãos.

Goals
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Quando atingir este objectivo, revelarei a minha lista de 50 álbuns que levaria para uma ilha deserta (daquelas, claro, que já vêm equipadas com sistema de som, sombra e cocktail bar).
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Olá. Chamo-me Rui Miguel Abreu e em 2019 completo 30 anos de actividade contínua como crítico de música. Comecei no diário A Capital, escola importante que muito me ensinou e para que escrevi os meus primeiros textos sobre house, hip hop ou rock, em que assinei trabalhos de primeira página com David Bowie ou John Zorn e para que pude entrevistar gente como Amália Rodrigues, Dizzy Gillespie ou John Cale.

Escrevi ainda para o Diário de Notícias, para a revista do Independente e para o semanário Se7e, outra publicação há muito extinta para que trabalhei durante três anos. No Se7e fiz muito trabalho de crítica, expandi horizontes, viajei para entrevistar gente como David Bowie e Bryan Ferry, falei com Rage Against the Machine, Sonic Youth ou Kraftwerk e fiz trabalhos curiosos em torno do então nascente hip hop português ou da “morte do vinil”... que afinal não morreu e ainda bem...

Também escrevi para revistas como a Numero ou a Op., criação independente a que estive ligado desde o primeiro ao último momento antes de ingressar no/a Blitz, publicação em que comecei a assinar textos em 2004. De Fela Kuti aos nascentes blogues de MP3, de DJ Premier à nova geração funk, tive ainda muito espaço para desenvolver trabalho antes do Blitz se transformar na Blitz em 2006 e passar a ser uma revista mensal.

Nesta dúzia de anos, trabalhei continuamente para a revista e foi aí que assinei alguns dos meus trabalhos de maior fôlego. Entrevistei muita gente - de Mark E Smith a Carlos do Carmo, de Lawrence a Van Dyke Parks, de Alice Cooper a Bill Callahan. Assinei trabalhos de capa com Sonic Youth ou Joy Division, com Mão Morta ou Kendrick Lamar, investiguei o passado de António Variações ou de Carlos Paredes, escrevi sobre José Afonso e Bob Dylan, sobre Tom Waits e Velvet Underground e produzi centenas de críticas de discos.

Ao mesmo tempo fui sempre fazendo rádio, na Antena 3 e na RDP África, fingi ser DJ pontualmente (e continuo a fingir, sempre que apanho alguém distraído), dei e dou aulas na Etic - sempre em torno da música - e criei, em 2015, a plataforma online rimasebatidas.pt. Esta revista digital tem-se focado na electrónica e no hip hop e será aí que continuarei a publicar o essencial do meu trabalho que versa sobre esses vastos territórios.

Mas aqui, na minha página Patreon, pretendo ir mais longe e publicar transcrições integrais de entrevistas, versões mais longas de artigos disponíveis noutras páginas e, claro, produzir muitos textos exclusivos. E playlists para servirem de banda sonora a tudo isto.

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Peço então que me ajudem a cumprir esse objectivo. Poderão, caso achem algum interesse no que escrevo, contribuir de diversas formas, com 1, 2, 5 ou 10 euros mensais, com cada escalão a merecer recompensas muito distintas e tão “personalizadas” quanto possível. 30 anos depois do meu início nestas coisas da escrita, década e meia após as minhas primeiras aventuras online, espero que continuem desse lado a fazer o mais importante: a ler e a pensar sobre aquilo que eu próprio penso e escrevo.

Sejam bem vindos.

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